terça-feira, 19 de maio de 2009
Vou-te confessar uma coisa, minha Monica, eu amo-te!
Já lá vão imensos anos, meses, dias, horas, passados contigo... Agora até podemos não estar sempre juntas, mas tu sabes bem o significado que tens para mim. Também sabes que por mais longe que esteja vou estar sempre pertinho de ti, é só pensares em mim e lá eu estarei, longe mas perto. Tens me aqui para tudo, TUDO, nunca penses duas vezes, para desabafar, para chorar, para gritar, rir ou alguma coisa... Se estou aqui é para isso mesmo, para te ajudar em tudo o que puder, meu anjo.
AMO-TE e amo-te !
segunda-feira, 16 de março de 2009
O amor é como uma terra infértil que procura pela confiança das pessoas. É como uma jornada para a qual eu não tenho mapa.
Então amor, entra de cabeça, aperta o botão para o lançamento, manda um sinal de que eu estou a por todas as tuas esperanças nas estrelas.
"Que sonho mais agradável", diz apenas!
Eu faria uma viagem de ida e volta para a lua. Se tu fosse meu, amor.
Tenho as passagens para um mundo que nos pertence. Anda vem daí, não procures mais...
Vem para perto de mim.
(Não imaginas o quanto eu gosto de ti!)
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Aquele mar, o meu confidente
Pensei várias horas, como seria se o mar não existisse…
Dei imensas voltas na cama e nada, o sono não vinha.
Tentei mais uma, duas vezes e nada… Olhei para o relógio e as horas não passavam.
Levantei-me, fui até à janela e lá fiquei na esperança que o sono aparecesse. A noite estava perfeita e o mar sereno. Nessa altura lembrei-me de todos os momentos que com o mar tinha partilhado, todos os desabafos e confidencias, risos e choros. Ele sempre me ouvira e nunca me desiludira. Sabia que com ele podia contar, sempre estaria ali no sítio do costume para me ouvir e apoiar.
Dei por mim com um imenso sorriso na cara e já perto do mar. Sentei-me à beira-mar e fiquei a olhar para a lua reflectida no belíssimo mar, a vontade de lá entrar e nadar era muita, mas tive de me conter.
Num sussurro agradeci ao meu grande amigo tudo o que ele tem feito por mim.
Como por magia nessa altura pareceu-me ouvi-lo falar, disse-me que nada tinha a agradecer. Fiquei surpreendida, mas a alegria era muita e não me contive, apesar de ser tarde, saltei para ele. Voltei a pensar como seria se o mar não existisse e conclui que se o mar não existisse, também não existiria.
Dei imensas voltas na cama e nada, o sono não vinha.
Tentei mais uma, duas vezes e nada… Olhei para o relógio e as horas não passavam.
Levantei-me, fui até à janela e lá fiquei na esperança que o sono aparecesse. A noite estava perfeita e o mar sereno. Nessa altura lembrei-me de todos os momentos que com o mar tinha partilhado, todos os desabafos e confidencias, risos e choros. Ele sempre me ouvira e nunca me desiludira. Sabia que com ele podia contar, sempre estaria ali no sítio do costume para me ouvir e apoiar.
Dei por mim com um imenso sorriso na cara e já perto do mar. Sentei-me à beira-mar e fiquei a olhar para a lua reflectida no belíssimo mar, a vontade de lá entrar e nadar era muita, mas tive de me conter.
Num sussurro agradeci ao meu grande amigo tudo o que ele tem feito por mim.
Como por magia nessa altura pareceu-me ouvi-lo falar, disse-me que nada tinha a agradecer. Fiquei surpreendida, mas a alegria era muita e não me contive, apesar de ser tarde, saltei para ele. Voltei a pensar como seria se o mar não existisse e conclui que se o mar não existisse, também não existiria.
(Trabalho de Português, fiz-o um bocadinho contra minha vontade, mas teve de ser... e como até saiu bem coloco-o aqui!)
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Já passaram três meses e hoje, principalmente hoje, todos os momentos passados premanecem, tenho medo de vir tudo a acontecer novamente. Não entendo, fizes-te-me tanto "mal" e ainda nao te tirei a 100%. Continuas tão presente e tão ausente.
Hoje, principalmente hoje, consigo lembrar-me de todos os momentos, do teu riso e de como eram os teus beijos, os abraços, a voz, tudo, mesmo tudo. O que aconteceu antes e depois. Daquela quarta-feira (8/dezembro/2008), que para mim tanto significou, todos os "amo-te" que da tua boca sairam.
Eras o meu Mundo, a minha vida. E por um sei lá quê deixas-te de o ser, passas-te a ser o monstro que me tem prendido ao passado, deixando-me com medo de viver o presente.
Porquê? Porquê me fazes isso?!
DEIXA-ME, deixa-me voltar a sorrir. Pará de me preseguir!
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