domingo, 28 de setembro de 2008


Será que vale mesmo a pena estarmos assim por tão pouco?!
Afinal de contas o amor não supera tudo?!, se sim porque que não nos juntamos e vencemos esta etapa juntos?!

Vê-se entendes...
Tu és tudo para mim!

Sinto tanto a tua falta. Ao passo que os dias vão passando apercebo-me que te perdi, custa-me tanto saber que tenho de viver sem te abraçar, sem te beijar, que tenho de viver e tu não estas mais comigo, cada dia que passa um bocado de mim destrói-se. Doi, sim doi muito saber o porque disto estar assim e não poder fazer nada, simplesmente vejo-nos as destruir-nos aos poucos e poucos. Isso desgasta-me.

Neste momento TUDO o que mais queria era poder ter-te simplesmente do meu lado!

Amo-te tanto David (, ...)


quinta-feira, 25 de setembro de 2008


Tou cansada, desta vida !
Quero fugir, desaparecer. Nada evolui , nada muda...

ACABOU ?! <David, preciso de ti rapaz :/>.

sábado, 20 de setembro de 2008


Não vivo das aparências nem desço a baixos níveis para atingir fins, não sou clone de ninguém, muito menos fingimento. Não bebo nem fumo só mesmo para me sobressair dos outros ou parecer que sou uma fixe, bacana ou estou na berra; lamento, mas não sou plástico e não tou cá para agradar ninguém. Não coloco silicone ou soutians de água para parecer mais comestível. Não preciso de inventar nem sorrir quando não tenho reputações para tal, porque sorrisos falsos não é comigo.
Não preciso de dar a vida por umas calças Levi's ou deixar de comer para comprar a camisola mais curtida do momento. Não mudo de personalidade consoante a pessoa com quem convivo para me integrar mais. Não tenho vergonha dos que amo, e não sou amiga por ocasião, para quem não sabe, são os amigos por umas horas, só para aumentar a fama e depois deitar fora. Não invento a minha idade para atrair, tenho uns orgulhosos 13 anos, sobrevivo nesta sociedade consumista, vivo de sentimentos verdadeiros.


Parabéns a quem leu

domingo, 14 de setembro de 2008


Damos imensas voltas ao mundo e ficamos sempre na mesma .
Nada muda. Diziam que o mundo acabava daqui a uns meses, ainda estamos cá. Que acpnteceu ao meteorito?!
Nada muda. Deitamo-nos em órbitas para contar as estrelas do céu e pomos questões na qual nunca temos resposta.
Nada muda. Ou se muda, muda por instantes, pois tudo volta ao normal.
O azul do céu amanhã é o mesmo, o por-de-sol é igual todos os dias. É mais provável nada mudar, o que já é tão comum e monótomo.

Hoje sinto-me revoltada, amanhã também, mas depois de amanhã, sinto-me a mais felizarda do mundo. Hoje tenho sorte, amanhã tenho azar. Hoje estou aqui, ausente à terra, amanhã não sei.
Os dias nostálgicos terão o seu final, feliz ou triste.



What Hurts The Most - Rascal Flatts - Fábio Oliveira ; Morro de saudades!

quinta-feira, 4 de setembro de 2008


In other times I wouldn't like to see you, I would feel a certain hate/love for you, but the feeling was stronger than us, and today I don't know how to live without you.

I don't need to say anything. You know. You feel. Thank you for appearing in my life, in my heart.

Hug me, I love you.

You're everything.

(Sorry, my english is not very good... whatever)



[David Alexandre Glória Frade]


quarta-feira, 20 de agosto de 2008


Os meus pés estão cansados e a caminhada ainda nao chegou ao fim.

Pergunto-me se algum dia encontrarei o que procuro, e pergunto-me também, o que estou procurando.
Lanço-me nas estradas, não olhando a distâncias, correndo riscos, mas sem traçar uma rota definitiva.
Por vezes perco-me e volto para trás, faço travagens bruscas, ando à boleia, mas frequentemente eu me questiono:
será que alguém se pode perder sem saber sequer para onde quer ir?!
Esta incerteza torna os meus passos inseguros, o meu olhar vacila nas direcções, o meu coração não se decide, e o vento engana-me de novo.
O meu sangue revela a minha travessia, o seu vermelho profundo, vivo, quente, vai manchando os caminhos por onde passei, as pedras onde me cortei, aqueles que conheci, os poucos que amei, os poucos que não esqueci.
Se tentar traçar um mapa, sei que o vento levará as linhas. Se construir um castelo, as ondas vão deitá-lo abaixo, mais cedo ou mais tarde.
Mas eu sei que nunca desaparecerei definitivamente.
Nem ventos, nem tempestades, nem ódios, nem o tempo, me vão apagar.

A razão é simples.
Nunca serei totalmente nada, porque deixo um bocado de mim em tudo o que toco, em todos os que conheço. Por vezes não deixo quase nada, apenas uma leve brisa que recorda a minha presença, e noutras vezes, deixo quase tudo, deixo parte do coração, deixo um pouco de amor.
E enquanto esta memória durar, as imagens, os textos, os abraços, as noites vividas, as amizades, os amores, as aventuras e desventuras, as virtudes...
(e tudo o que me diz respeito)

Nunca se irão por completo, enquanto alguém pensar em mim.
E num futuro longínquo, quando todos nós formos de novo apenas pó de estrelas no imenso espaço, o que eu criar agora, continuará a existir.
Porque a arte não morre nunca. Simplesmente, muda, transfigura-se, esconde-se, mas nunca se perderá.

Se ao menos tudo fosse igual a ti.

Tu, tu és tão importante, tu completas-me.
Sei que sabes que todas aquelas vezes em que eu digo "amo-te melhor amigo" não são ditas assim da boca para fora.
São ditas com o coração e são a única maneira de descrever tudo o que eu passei contigo nestes últimos “nove” anos.

O teu mundo, é o meu mundo. O teu sorriso é a razão do meu sorriso.
Não consigo ver-te triste. E eu sei que quando estou mal tu fazes tudo por me animar.
Eu gosto de ti, e quem gosta cuida, por isso, mesmo quando não concordo com aquilo de tu fazes, eu vou estar sempre aqui.

Minha jóia. Meu tesouro. És grande parte de mim. És perfeito todos os dias. Quero guardar-te para sempre.

E hoje, agora, neste momento, posso dizer sem a mais pequena dúvida que tu, Rui Afonso Vilão Bravo és o meu Melhor Amigo e mereces tudo e mais.